Domingo, 22 de Junho de 2008

FOOT DE RUE

Domingo, 8 de Junho de 2008

MÚSICA ENGARRAFADA

Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

S U R R E A L I S M O

Domingo, 1 de Junho de 2008

AMOR E MORTE

SHINE BY GRAPPELLI

Sábado, 31 de Maio de 2008

VERANO

Nem tudo que reluz é ouro

PREGUIÇA PÚRPURA

You're lazy Just stay in bed

You're lazy Just stay in bed

You don't want no money

You don't want no bread

If you're drowning you don't clutch no straw

If you're drowning you don't clutch no straw

You don't want to live you don't want to cry no more

Well my trying ain't done no good

I said my trying ain't done no good

You don't make no effort no not like you should

Lazy you just stay in bed

Lazy you just stay in bed

You don't want no money

You don't want no bread

Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

ERRO NO MEU EXAME

- Estava nevoeiro e não liguei os faróis -

Domingo, 25 de Maio de 2008

O RAIO QUE OS PARTA!

Chamo-me Sibycroc, sou uma ave. Ou melhor, fui uma ave. Alguém se descuidou nas suas responsabilidades e acabou por provocar esta situação em que me encontro. Não sei quem foi. Talvez tenha sido um grupo daqueles seres que vivem em casas de pedra, que sempre desejaram ser como nós e construíram transportes parecidos connosco. Espero que algum deles se dê ao trabalho de me lavar e me colocar num lugar seguro. Isto cheira mal e agarra-se às minhas penas. Foi o meu pai que me deu este nome, Sibycroc. Morreu dentro do buraco das asas de um desses pássaros de ferro. Era tão grande que não deu tempo para se desviar. Espero não ter o mesmo fim, mas se tiver, então que vão para o raio que os parta.

Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

TRANSE MINGUANTE

Rachel Bess - Prelude to the Main Event

A necrofilia adocicada da minha colecção de restos humanos apodrece ligeiramente nos escombros das escolas mastigadas pelas tuas gengivas esponjosas e sangrentas. Os objectos mais valiosos que possuo, os de culto, entorpecem os membros da humanidade com feitiços não incluídos nas cartilhas dos regulamentos habituais. Trago a Aurora na mão direita e a Escuridão no cérebro morto. Estas coisas que adoro e idolatro não são bem coisas... sou eu próprio a delirar.

Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

ADN

TEMPTATION - YU SUGAWARA
A Terra estacou, deixou de girar em torno do imaginário. As cidades submergiram, o cinturão de fotões envolveu todos os seres vivos, os vulcões gelaram e só sobraste tu, a minha última hipótese de extrair aprendizagens enraizadas no ácido desoxirribonucleico dos tumores malignos do Universo.

A VERSÃO DA RUTH UNDERWOOD

ZAPPA GOES INSANE

Domingo, 11 de Maio de 2008

GUERNICA

Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Cemetery Polka

This is Love

Domingo, 27 de Abril de 2008

Been Caught Stealing

Crosstown Traffic

Norwegian Wood

Terça-feira, 22 de Abril de 2008

RUN FOR YOUR LIFE!!!

Domingo, 20 de Abril de 2008

O ARRANCA-CORAÇÕES

O bife de porco em decomposição na prateleira do armário continua a alimentar-me pouco a pouco. A minha única preocupação são as ervas daninhas que continuam a crescer no quintal e a impedir o Jöel, o Nöel e o Citröen de aterrar em condições após os seus vôos matinais, durante as suas orgias gástricas de osgas azuis. Chamo-me Bison Ravi. Sou um tipo indolente, amorfo, apático, parado. Sofri um pequeno acidente na minha infância; caiu do telhado de minha casa, durante um temporal, uma antena de televisão que se espetou na minha cabeça e me atravessou o lobo frontal, que na época já pouco uivava. Todo o esforço da equipa de cirurgiões que me assistiu, para me manterem vivo, foi um pouco mais do que excepcional. O meu mozzani e o meu gato, o imparável Titutipitu, são das poucas coisas vivas que me fazem mover mais do que o necessário para me sentir vivo também. Coisas vivas, sim, porque consigo considerar este mozzani uma entidade que respira. Alimenta-se dos sons que crio com ele. Reparte momentos irrepetíveis comigo e com todos os objectos que me circundam durante essas criações. Ver vida em coisas inertes é o legado da incapacidade de um dos cirurgiões, que me disse anos mais tarde não ter conseguido extrair do meu cérebro uma apara de metal do tamanho de uma unha de polegar. Por lá ficou, talvez carregada de toda a energia que absorveu ao longo dos anos das descargas eléctricas dos raios e dos coriscos das tempestades magnéticas. É o meu "plugin" com o eterno desconhecido.
Aí vêm eles, do alto. Como quase sempre, o Citröen vem na frente e logo a seguir, lado a lado, o Jöel e o Nöel. Vou ter que dedicar algum tempo ao quintal. O raio das ervas altas fazem-nos tropeçar e esfolar os joelhos ao aterrar.

Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

DÁ-ME LICENÇA?