Domingo, 22 de Junho de 2008
Domingo, 8 de Junho de 2008
Quinta-feira, 5 de Junho de 2008
Domingo, 1 de Junho de 2008
Sábado, 31 de Maio de 2008
PREGUIÇA PÚRPURA
You're lazy Just stay in bed
You're lazy Just stay in bed
You don't want no money
You don't want no bread
If you're drowning you don't clutch no straw
If you're drowning you don't clutch no straw
You don't want to live you don't want to cry no more
Well my trying ain't done no good
I said my trying ain't done no good
You don't make no effort no not like you should
Lazy you just stay in bed
Lazy you just stay in bed
You don't want no money
You don't want no bread
coisas do Paulo Vinhal 2 ditos espirituosos
Sexta-feira, 30 de Maio de 2008
ERRO NO MEU EXAME
- Estava nevoeiro e não liguei os faróis -
coisas do Paulo Vinhal 2 ditos espirituosos
Domingo, 25 de Maio de 2008
O RAIO QUE OS PARTA!
Chamo-me Sibycroc, sou uma ave. Ou melhor, fui uma ave. Alguém se descuidou nas suas responsabilidades e acabou por provocar esta situação em que me encontro. Não sei quem foi. Talvez tenha sido um grupo daqueles seres que vivem em casas de pedra, que sempre desejaram ser como nós e construíram transportes parecidos connosco. Espero que algum deles se dê ao trabalho de me lavar e me colocar num lugar seguro. Isto cheira mal e agarra-se às minhas penas. Foi o meu pai que me deu este nome, Sibycroc. Morreu dentro do buraco das asas de um desses pássaros de ferro. Era tão grande que não deu tempo para se desviar. Espero não ter o mesmo fim, mas se tiver, então que vão para o raio que os parta.coisas do Paulo Vinhal 3 ditos espirituosos
Sexta-feira, 23 de Maio de 2008
TRANSE MINGUANTE
Rachel Bess - Prelude to the Main Eventcoisas do Paulo Vinhal 2 ditos espirituosos
Quinta-feira, 22 de Maio de 2008
ADN
coisas do Paulo Vinhal 4 ditos espirituosos
Domingo, 11 de Maio de 2008
Segunda-feira, 28 de Abril de 2008
Domingo, 27 de Abril de 2008
Terça-feira, 22 de Abril de 2008
Domingo, 20 de Abril de 2008
O ARRANCA-CORAÇÕES
O bife de porco em decomposição na prateleira do armário continua a alimentar-me pouco a pouco. A minha única preocupação são as ervas daninhas que continuam a crescer no quintal e a impedir o Jöel, o Nöel e o Citröen de aterrar em condições após os seus vôos matinais, durante as suas orgias gástricas de osgas azuis. Chamo-me Bison Ravi. Sou um tipo indolente, amorfo, apático, parado. Sofri um pequeno acidente na minha infância; caiu do telhado de minha casa, durante um temporal, uma antena de televisão que se espetou na minha cabeça e me atravessou o lobo frontal, que na época já pouco uivava. Todo o esforço da equipa de cirurgiões que me assistiu, para me manterem vivo, foi um pouco mais do que excepcional. O meu mozzani e o meu gato, o imparável Titutipitu, são das poucas coisas vivas que me fazem mover mais do que o necessário para me sentir vivo também. Coisas vivas, sim, porque consigo considerar este mozzani uma entidade que respira. Alimenta-se dos sons que crio com ele. Reparte momentos irrepetíveis comigo e com todos os objectos que me circundam durante essas criações. Ver vida em coisas inertes é o legado da incapacidade de um dos cirurgiões, que me disse anos mais tarde não ter conseguido extrair do meu cérebro uma apara de metal do tamanho de uma unha de polegar. Por lá ficou, talvez carregada de toda a energia que absorveu ao longo dos anos das descargas eléctricas dos raios e dos coriscos das tempestades magnéticas. É o meu "plugin" com o eterno desconhecido. coisas do Paulo Vinhal 2 ditos espirituosos





